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Salão
Principal |
| 09.00hs
- 10.15hs: Marcas Orgânicas e Estratégias de Vendas |
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Marco Giotto
(Rio de Una)
Panorama da agricultura orgânica no Brasil, características dos mercados in natura e minimamente processados, especificidades da cadeia de distribuição de cada um desses mercados, perspectivas para o consumo de orgânico em cozinhas industriais, custos de produção e organização da cadeia produtiva de forma a garantir preço, qualidade e regularidade na oferta ao mercado. Perfil da Rio de Una, estratégias de marketing e modelo de distribuição. |
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Leontino Balbo
(Native)
Apresentação dos motivos que nos levaram
a lançar uma marca de produtos orgânicos,
assim como a cronologia dos fatos correlatos, a saber: Conceituação da marca e filosofia de
Produção/ Divulgação, publicidade e promoção / Estrutura comercial, distribuição e canais de vendas /
Perfil do consumidor / Estratégia de vendas / Política de qualidade. |
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David Kleerekoper
(Maraú / Wessanen)
O mercado
brasileiro interno de produto de orgânicos ainda está
muito pequeno. Depois
de vários lançamentos em 2001 e início de 2002, parece
que as empresas brasileiras nesse ramo "deram um
tempo". Como a maioria dos insumos orgânicos produzido
no Brasil é exportado, o preço dos insumos para o mercado
local tornaram-se impróprios. Abordamos possíveis
estratégias para deixar orgânicos acessíveis ao
consumidor, Exemplos usados vem da própria experiência da
Wessanen neste mercado.
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| 10.15hs
- 11.30hs: Supermercados Brasileiros |
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Jaime
Xavier
(Zona Sul)
Produtos Orgânicos no Zona Sul - Histórico
Evolução - Resultados - Limitadores ao
crescimento dos Produtos Orgânicos - Imposições Legais - Estrutura logística
Embalagem e Informação - Preços - Produtos Orgânicos X Produtos Convencionais - Perspectivas futuras dos Produtos Orgânicos - Papel social - Potencial de consumo - Necessidades de compatibilização comércio/produtor/indústria. |
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Leonardo Myao
(Pão de Açúcar)
Estrutura Comercial de FLV no Grande Varejo Brasileiro - Cadeia de suprimento FLV para o Supermercado Brasileiro - Qualificação de Fornecedores FLV para Supermercados - Excelência em FLV no Supermercado - Orgânicos como tendência de consumo -Demandas atuais para a Categoria FLV no supermercado. |
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Arnaldo Eijsink
(Carrefour)
Arnaldo abordou a forma da política de compra de produtos orgânicos, pelo Carrefour / A importância dos orgânicos para a Rede Carrefour / Sinalização dos produtos orgânicos na loja. |
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| 11.30hs
- 12.30hs: Supermercados: Perspectivas Internacionais |
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Lucio Ceccarelli
(NaturaSì)
Breve resumo da
trajetória do NaturaSì, relatando as principais conquistas
desta cadeia de supermercados, descrevendo o formato de
vendas da NaturaSì (características, tipologia para vendas,
estoque) e também sua abordagem de marketing. Diferenças
entre esta modalidade de comércio e os supermercados
convencionais. Logística e organização de suprimentos.
Explicação de como funciona o sistema de franchise,
seus pontos fortes e fracos. O objetivo principal da
apresentação foi o de fornecer os elementos necessários
que possibilitem um case NaturaSì no Brasil. |
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Johannes Schreiner
(Hipp)
A
trajetória do Grupo Hipp. O mercado de alimentos para bebês na Europa.
Hipp como compradora de matérias-primas orgânicas. Trabalhando
o mercado orgânico. A América Latina como fonte de ingredientes orgânicos para a Hipp.
A política de levantamento de dados da Hipp.
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| 14.00hs
- 15.00hs: Apoio à Pequena e Média Empresa e à Agricultura Familiar |
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Valter Bianchini
(Secretário de Agricultura Familiar SAF / MDA)
A Agricultura familiar é um segmento que envolve mais de 4 milhões de famílias, gera aproximadamente 38% do PIB agropecuário e ocupa mais de 75% da mão-de-obra no meio rural. Os sistemas produtivos orgânicos ou agroecológicos são favoráveis 'a agricultura familiar pois reduzem o risco de contaminação dos produtores e do meio ambiente em que vivem, tendem a ter um custo de produção mais reduzido e margem de comercialização mais elevada, favorecem o desenvolvimento local e melhoria geral da qualidade de vida destes agricultores. Por estas e outras razões, a Secretaria de Agricultura Familiar tem por objetivo consolidar uma política de apoio ao produtor de território e de qualidade diferenciada, onde se enquadram os produtos orgânicos. Para isso, envolve-se na construção da regulamentação do setor para torná-la adequada ao segmento o no fomento 'a produção por intermédio de programas de financiamento, capacitação e promoção.
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Jean Marc von der Weid
(Coordenador do Programa de Políticas Públicas da AS-PTA)
A AS-PTA, Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa, é uma ONG de apoio a agricultores familiares que utiliza o paradigma da agroecologia como base da tecnologia agrícola que garante a sustentabilidade da produção. Ela opera vinculada a uma rede nacional conhecida como ANA, Articulação Nacional de Agroecologia da qual fazem parte todas as grandes organizações de agricultores familiares do país e dezenas de ONGs de apoio. No estágio atual da evolução da produção agroecológica no Brasil o aumento de escala que leve a uma generalização destas práticas depende fundamentalmente do apoio de políticas públicas favoráveis adaptadas a este paradigma. Isto implica em ajustes na política de crédito, que já vem sendo adotados pela SAF/MDA mas ainda com dificuldades em sua operacionalização pelos agentes financeiros. Há necessidade de se adotar políticas restritivas ao uso de transgênicos e agrotóxicos cujo uso, freqüentemente, prejudicam as culturas agroecológicas por contaminação involuntária. |
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Celina Vargas de Amaral Peixoto
(Diretora do SEBRAE-RJ)
A proposta de desenvolvimento da cadeia
produtiva e agroindustrial de produtos orgânicos no Estado do Rio de Janeiro vem ao encontro da
missão do SEBRAE -"promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável das micro e
Pequenas empresas". Com estes preceitos, as iniciativas do SEBRAE/RJ visam a integração
destas comunidades rurais com projetos de agronegócios, turismo, artesanato, associativismo, empreendedorismo, e políticas públicas, num esforço para promover o Desenvolvimento Local. Integrado e Sustentável. |
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| 15.00hs
- 16.30hs: Painel: Investimentos e Microfinanciamento para o Desenvolvimeto Sustentável |
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Marcio Montella
(Banco do Brasil)
Panorama e Perspectiva do Agronegócio Brasileiro;
O Banco do Brasil em Grandes Números; O BB e a Sociedade ; O BB e o Agronegócio; O BB e os Mercados Orgânicos -
Produtos e Serviços; Ações Realizadas. |
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Humberto
Mota (Banco do Nordeste)
Municípios onde o Banco atua; apresentação do
Programa de Desenvolvimento da Agropecuária Orgânica no Nordeste. Ações que o Banco vem
empreendendo. O Programa de linhas de crédito SNE-VERDE (Programa de Financiamento à
Conservação e Controle do Meio Ambiente). Explicação de como o Banco pode financiar a agropecuária orgânica, além do financiamento para agricultores em conversão para processos de certificação. O Banco do Nordeste pretende capacitar técnicos para acompanhar pequenos agricultores que desejam produzir e que não tem acesso a certificação tradicional. |
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Paulo Faveret
(BNDES)
Caracterização de comércio de produtos orgânicos no Brasil e no mundo. Principais desafios para o crescimento do setor. Perspectivas. |
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Ralph Wehrle
(AxialPar)
A AxialPar aporta recursos financeiros para
agronegócios sustentáveis via participação
acionária. É um capitalista de risco que, ao invés de uma maximização do retorno,
busca uma remuneração condizente com o Custo de oportunidade de investimentos de risco menor. Baseado no aprendizado dos últimos anos a AxialPar está desenvolvendo e aplicando um modelo de gestão para agronegócios sustentáveis, objetivando melhoria constante dos indicadores sócio-ambientais e mediante o desenvolvimento de um relacionamento aberto e transparente com as partes interessadas com as quais a investida se relaciona durante as suas atividades do dia-a-dia. |
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